sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O XXVIII ENJE vai realizar-se na cidade de Lagos, nos dias 22, 23, 24 e 25 do próximo mês de Abril, na Escola das Naus e terá por tema ‘’ A PAZ ’’.


Comissão Organizadora XVIII ENJE

1º Circular via electrónica – Lagos, 25 de Novembro de 2010

Olá a todos,

A Associação Espírita de Lagos, representada pelos jovens está a organizar o ENJE de 2011.

O XXVIII ENJE vai realizar-se na cidade de Lagos, nos dias 22, 23, 24 e 25 do próximo mês de Abril, na Escola das Naus e terá por tema ‘’ A PAZ ’’.

Outras informações seguirão muito em breve por via electrónica.

Contamos convosco!

P’ A comissão organizadora

Catarina Mourinho

Luís Santos

Telefone contacto -914492488

Mail—enje.jel2011@gmail.com

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Gheorghe Zamfir - Einsamer Hirte


“ Vitória sobre a Depressão”



Prece de agradecimento



Agradecemos-te Senhor, pela glória de viver, pela honra de amar!

Muito obrigado Senhor, pelo que me deste pelo que me dás!

Muito obrigado Senhor pelo pão, pelo ar, pela paz!

Muito obrigado pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza!

Olhos que fitam o ar, a terra e o mar.

Que acompanha a ave fagueira, que corre ligeira pelo céu de anil, e se detém na terra verde salpicada de flores, em tonalidades mil!

Muito obrigado Senhor, porque eu posso ver o meu amor!

Diante de minha visão, pelos cegos, formulo uma oração.

Eu sei que depois desta lida, na outra vida, eles também enxergarão!

Obrigado pelos meus ouvidos, que foram dados por Deus.

Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, as lágrimas que choram os olhos do mundo inteiro.

Diante de minha capacidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir;

Eu sei que depois desta dor, no teu Reino de amor eles também ouvirão!

Muito obrigado Senhor pela minha voz, mas também pela voz que canta, que ensina, que alfabetiza:

Que canta uma canção e Teu nome profere com sentida emoção!

Diante da minha melodia eu te quero rogar pelos que sofrem, pelos que sofrem de afazia, pelos que não cantam de noite e não falam de dia.

Eu sei que depois desta dor, no Teu reino de amor, eles também cantarão!

Muito obrigado senhor pelas minhas mãos!

Mas também pelas mãos que oram, que semeiam, que agasalham.

Mãos de amor, mãos de caridade e solidariedade.

Mãos que apertam as mãos.Mãos de poesia, de cirurgia, de sintonia, de sinfonia, de psicografias…

Mãos que acalentam a velhice, a dor e o desamor!

Mãos que acolhem ao seio do corpo, um filho alheio, sem receio.

Pelos meus pés, que me levam a andar sem reclamar.

Muito obrigado Senhor, porque posso bailar!

Olho para a terra e vejo amputados, marcados, desesperados, paralisados…

Eu posso andar! Oro por eles.

Eu sei que depois desta expiação, na outra reencarnação, eles bailarão.

Muito obrigado Senhor pelo meu lar!

É tão maravilhoso ter um lar…não importa se este lar é uma mansão, um bangaló seja lá o que for!

O importante é que dentro dele exista amor.

O amor de pai, de mãe, de marido e esposa, de filho, de irmão…

De alguém que lhe estenda a mão, mesmo que seja o amor de um cão, pois é tão triste viver na solidão!

Mas se não tiver ninguém para amar, um tecto para me acolher, uma cama para me deitar…mesmo assim não reclamarei, nem blasfemarei.Simplesmente direi:


Obrigado Senhor, porque nasci.

Obrigado Senhor porque creio em ti.

Pelo teu amor, obrigado Senhor!”






(Ditada pelo espírito Amélia Rodrigues, através do Médium Divaldo Pereira Franco.)






segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Eutanásia é crime



Eutanásia é crime

Embora ilegal, 16 médicos entrevistados pelo jornal Folha de S.Paulo, em Fevereiro de 2005,disseram que a eutanásia é prática habitual nas Unidades de Cuidados Intensivos do Brasil.

Para eles, é uma forma de abreviar o sofrimento do doente e da sua família, além de satisfazer a aspectos práticos como o de desocupar camas para os que têm mais possibilidade de sobreviver, ou o de diminuir os altos custos das UCI, uma preocupação obsessiva da medicina privada.Segundo a mesma reportagem, os Conselhos Regionais de Medicina inclinam-se também a aceita-la.

Nos hospitais é comum ver-se a aplicação de um cocktail de sedativos na veia do paciente terminal.Quanto a dosagem do remédio já não faz efeito, o médico aumenta-a, gradativamente, apressando, com isso a sua morte, porque o sedativo é tóxico.Quer desligando os aparelhos, quer aumentando os sedativos, a intervenção do médico é decisiva e tem apressado a morte de muitos pacientes.

Não é isto um terrível contra-senso? O médico não jurou lutar sempre pela vida? Débora Diniz, professora de Bioética de Universidade de Brasília, disse ao repórter que não é bem assim.Para ela, a eutanásia é um direito individual, de modo que, embora haja o conflito ético, essa atitude pode ser vista como um “gesto de solidariedade do médico” em relação ao seu paciente.

Infelizmente, esta é a tendência predominante no mundo de hoje, a da bioética utilitarista, que dá ao paciente autonomia para decidir quanto ao momento da morte.

Com base nesse modelo, a Holanda e a Bélgica legalizaram a eutanásia e o Estado de Oregon, nos EUA, aprovou uma lei que permite, desde 1994, o suicídio medicamente assistido, em que o médico ajuda o doente a morrer. Vivemos o apogeu da era materialista e hedonista na face da Terra.

O corpo é visto como uma coisa que se pode descartar, quando não mais apresenta a propalada "qualidade de vida", comummente associada, pelos materialistas, à juventude, aos gozos da liberdade e do movimento, e do pleno funcionamento das faculdades mentais.

Como se o ser humano fosse um boneco que não devesse passar por outros tipos de experiências, como a da decrepitude física e mental. Para o médico espírita, porém, o paradigma é outro. O modelo personalista espírita considera a vida um direito natural, inalienável.

Quando mais estuda os fenómenos da natureza, mais se convence de que a vida resulta de um excepcional planeamento e mais se inclina perante o poder de Grande Programador - Deus - a Sublime Consciência do Universo.

Com base na fé raciocinada, o médico espírita tem certeza de que a eutanásia é um gesto de insubordinação, de rebeldia, da criatura perante o seu Criador, e que, no devido tempo, responderá por ela.

Folha Espírita, Março de 2005.



Quem não se engana? Só Deus.

Estava eu a ler este artigo quando me despertou na memória caso verídico ocorrido comigo há alguns bons anos e ainda não tinha conhecimento do espiritismo...

... Em conjunto com mais dois amigos, fui visitar no hospital um colega nosso de trabalho que tinha sofrido uma intervenção cirúrgica ao estômago e que se encontrava com dificuldades, quando não é o nosso espanto uma senhora mais a filha de um senhor da cama ao lado, pede se um de nós não se importava de fazer a barba ao marido que desenganado dos médicos, não devia durar mais uma noite e que motivos imprevistos impediram o barbeiro do hospital poder fazer-lhe a barba.

Os meus colegas disseram redondamente que não eram capazes, restava-me a mim que me encontrava atrás deles:

- Mas com que material? - Perguntei eu. Ela apresentou-me uma navalha de barbeiro, o pincel e o creme...e eu que nunca fiz a barba a ninguém e muito menos com uma navalha de barbear tinha receio de o cortar!

A linguagem não-verbal da senhora, um simples, mas grave encolher de ombros, denúncia um suspeito desprezo pela vida humana, num misto de não faz mal - como quem diz está para morrer - que importância pode ter um golpe?

Vou tentar não o ferir! - Disse-lhe eu, e efectivamente assim o fiz. Pus-lhe com o pincel o creme na cara e devagar, fui-lhe desfazendo a barba. Quando me preparava de novo para pôr-lhe o creme para a operação final, de modo a que a sua cara ficasse completamente lisa, a esposa interpõe da seguinte forma:

- Já está bom, não precisa mais!

- Há isso é que não está, já agora deixe-me fazer o trabalho bem feito! - E assim consegui fazer a barba ao senhor, como mandam as boas regras.

A senhora e a filha agradeceram-me mais um pouco de conversa com os meus colegas e com um desejo de melhoras deixámos o hospital. Nunca mais voltei a esse hospital, embora mais tarde, quando o meu colega teve alta e regressou ao trabalho, relatou-nos que o senhor apanhou-se de barba feita, não quis morrer e para espanto dos médicos quanto às melhoras súbitas, teve alta e saiu do hospital! Este facto impressionou muito este meu colega, de volta e meia voltava-me a falar do assunto.

Isto para concluir, quem não se engana? Até mesmo os médicos! Quem somos nós para abreviar a vida de alguém, mesmo pensando estar fazendo um grande bem? Quantas vezes tomam decisões erradas!

Só Deus sabe o dia e a hora da nossa partida, não está nas suas leis: "Não matarás"?




Pergunta: Qual postura se deve ter perante a eutanásia? Estando o corpo físico sendo mantido por instrumentos, o espírito continua ligado a ele ou não?


Emmanuel - Os profissionais e responsáveis por pacientes que consentem com a prática da eutanásia, imbuída de ideias materialistas, desconhecem a realidade maior quanto à imortalidade do espírito. A morte voluntária é entendida como o fim de todos os sofrimentos, mas trata-se de considerável engano.

A fuga de uma situação difícil, como a enfermidade, não resolverá as causas profundas que a produziram, já que estas se encontram em nossa consciência.É necessário confiar, antes de tudo, na Providência Divina, já que tais situações consistem em valiosas lições em processos de depuração do espírito.

Os momentos difíceis serão seguidos, mais tarde, por momentos felizes. Deve-se lembrar também que a ciência médica avança todos os dias e que males, antes incuráveis, hoje recebem tratamento adequado, além disso, em mais de uma ocasião já se verificaram casos de cura em pacientes desenganados pelos médicos.

Quanto à outra questão, respondemos que sim, os aparelhos conseguem fazer com que o espírito permaneça ligado a seu corpo por meio de laços do perispírito. Isso ocorre porque eles conseguem superar, até certo ponto, as descompensações e desarmonias no fluxo vital do organismo causado pela enfermidade.

(Do livro “Plantão De Respostas “ – Francisco Cândido Xavier, Pinga Fogo)

Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no Capítulo V (Bem-aventurados os aflitos), item 28.

“Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem-se-lhe alguns instantes de angústia, apressando-se-lhe o fim?”, nós podemos obter a resposta: “Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode ele conduzir o homem até a borda do fosso, para daí o retirar a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias adversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A ciência não se terá enganado nunca em suas previsões? (...) ”

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O apelo de Cáritas aos Espíritas



O apelo de Cáritas aos Espíritas

Richard Simonetti

Numa manifestação registada em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XIII, item 13, ed. F.E.B, diz a entidade:

Dei esta manhã o meu giro habitual e, com o coração amargurado, venho dizer-vos: Oh! Meus amigos que de misérias, que de lágrimas, quanto tendes de fazer para seca-las todas! Em vão, procurei consular algumas pobres mães, dizendo-lhes ao ouvido: Coragem! Há corações bons que velam por vós; não sereis abandonados paciência! Deus lá está; sois dele amadas, sois suas eleitas.Elas pareciam ouvir-me e volviam para o meu lado os olhos arregalados de espanto; eu lhes lia no semblante que seus corpos, tiranos do Espírito, tinham fome e que, se é certo que minhas palavras lhes serenavam um pouco os corações, não lhes confortava os estômagos.Repetia-lhes: Coragem! Coragem! Então, uma pobre mãe, ainda muito moça, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos braços e a estendeu no espaço vazio, como a pedir-me que protegesse aquele entezinho que só encontrava num seio estéril, insuficiente alimentação.

Alhures vi, meus amigos, pobres velhos sem trabalho e, em consequência, sem abrigo, presas de todos os sofrimentos da penúria e, envergonhadas de sua miséria, sem ousarem, eles que nunca mendigaram, implorar a piedade dos transeuntes.Com o coração túmido de compaixão eu, que nada tenho, me fiz mendiga para eles e vou, por toda a parte, estimular a beneficência, inspirar bons pensamentos aos corações generosos e compassivos.Por isso é que aqui venho, meus amigos, e vos digo: Há por aí desgraçados, em cujas choupanas falta o pão, os fogões se acham sem lume e os leitos sem cobertas. Não vos digo o que deveis fazer; deixo aos vossos bons corações a iniciativa.Se eu vos ditasse o proceder, nenhum mérito vos traria a vossa boa acção.Digo-vos apenas: Sou a caridade e vos estendo as mãos pelos que sofrem.

Estas vigorosas afirmativas são do Espírito de Cárita, piadosa religiosa martirizada em Roma.

Segundo o índice biográfico da Revista Espírita, de Allan Kardec, seria o mesmo que ditou a famosa” Prece de Cáritas”.

Não devemos ver na mensagem transcrita simplesmente um apelo à beneficência, mas o registo de lamentável realidade que somos chamados a modificar.

O falecido prefeito de Nova York, La Guardia, era famoso por suas tiradas filosóficas.Costumava presidir, periodicamente, um tribunal onde eram julgados casos policiais simples.Numa dessas sessões apresentaram-lhe um homem que fora surpreendido roubando um pão.

La Guardia julgou-o, considerou-o culpado e o condenou a pagar uma multa de cinquenta dólares.

Depois dirigindo-se à multidão que lotava o recinto, sentenciou:

-Quanto aos presentes, estão todos condenados a pagar um dólar cada um, até atingir o limite da multa imposta ao réu, para que ela seja quitada e ele, libertado.Após breve pausa, enfatizou:

-Os senhores estão multados por viverem numa cidade onde um homem obrigado a roubar pão para matar a fome.O episódio de La Guardia é eloquente.

Permite-nos considerar que todos nós, habitantes de qualquer cidade do mundo, estamos sujeitos a uma sanção muito mais grave, a uma multa muito mais severa-a crónica insatisfação, a inquietação constante, os desajustes intermináveis, a frustração do anseio de felicidade…

Isso tudo por viverem num mundo onde as palavras caridade, bondade, fraternidade, solidariedade, são enunciadas como virtudes raras, não como elementares deveres de convivência social, cujo exercício é indispensável ao equilíbrio de qualquer comunidade.

Dizem os Espíritos superiores que a felicidade do Céu é socorrer a infelicidade da Terra.Diríamos nós que somente na medida em que nos preocuparmos em socorrer a infelicidade da Terra é que estaremos a caminho da felicidade do Céu.

Não há alternativa.Podemos estar isolados da multidão aflita e sofredora, mas jamais estaremos bem, porquanto a infelicidade é o clima crónico dos que se fecham em si mesmos.Mãos servindo são antenas que estendemos para a sintonia com as fontes da vida e a captação das bênçãos de Deus.

Por isso, manifestações como a de Cárita não podem morrer sem eco em nossos corações.Há muita dor a amenizar, muita fome a saciar, muitas necessidades a atender…Há muita gente precisando de nós!

Justificativas para a omissão sempre aparecem, mas facilmente desmontadas, amigo leitor, como podemos constatar em breve diálogo entre assíduos frequentadores de reuniões mediúnicas e o mentor que convida a participar do trabalho filantrópico, numa instituição espírita.

-Não tenho tempo!

-Tempo é uma questão de preferência.

-Até que gostaria de participar, mas estou adoentado!

-A prática do Bem é o melhor remédio para os males do corpo e da alma.

-Mas meu tempo passou.Estou com 75 anos!

-A ferrugem só atinge a enxada que deixou de trabalhar.

-Prometo para mais tarde.

-Amanhã haverá apenas espinhos em nosso caminho se não semearmos o bem agora!

Para finalizar, leitor amigo, uma observação interessante de um lidador espírita:

-É tão bom praticar o Bem, mas tão bom mesmo, que se o malandro soubesse disso, o faria por malandragem.

Fonte do artigo: Revista o Reformador Setembro de 2010.

O convite feito pelo nobre espírito de Cáritas aos espíritas está tão actual para os dias de hoje como o fez nos tempos de Kardec, a falta de trabalho está engrossando e levando as criaturas há pobreza extrema, a conjectura económica actual; a inconsciência do cidadão que não reflecte nos recursos escassos e limitados e tende a gastar no que é fútil e superficial, sem atender ao dia de amanhã, porque é precisamente essa a mentalidade de quem deseja ignorar que poderá existir vida, após esta vida e certamente consequências atribuídas pelo modo como exerceu o seu livre-arbítrio, com ou sem responsabilidade! Leva as criaturas a dificuldades extremas a não poder assumir os compromissos básicos, como a não poder, pagar as rendas das suas casas nem tendo como se sustentar, obrigatoriamente vêm para as ruas, estendendo a mão à caridade. Como se não bastasse, criaturas de outros países no sonho de uma vida melhor vêm para Portugal à procura de um trabalho que lhes condições de uma vida melhor, mas a exploração de quem não tem escrúpulos desfaz o pensamento idealista deparando-se com uma realidade totalmente diferente: o apoio social é escasso; a diferença de língua que dificulta a comunicação - são os sem-abrigo que ultimamente vemos aumentar nas nossas cidades.

Porém, o ponto fundamental é mesmo a caridade, no apelo a renegarmos o egoísmo e finalmente admitir que temos todas as capacidades e possibilidades de ajudar quem necessita.

Corações nobres do outro lado da vida convidam-nos ao trabalho, no Cenáculo foi o espírito nobre de Madre Teresa de Calcutá que nos levou às ruas desde Janeiro de 2008. Saem connosco criaturas nos diversos matizes religiosos que se predispõem a colaborar e que são muito bem-vindos.

Sopa quente: saco com 2 sandes: um sumo: um leite com chocolate: um enlatado: um pacote de bolachas ou um bolo um ovo cozido e fruta. Cobertores novos e usados: meias e cuecas novas. Roupas usadas de homem e senhora limpa. Artigos de higiene, como pastas de dentes e sabonetes e medicamentos, comprimidos para as dores e gripe.

Se quer colaborar connosco contacte-nos:

Cenáculo Espírita: Isabel de Aragão
* Rua Tenente Garcia de Lemos, N.º 1, r/c
2745 - 224 QUELUZ· (Telefone: 933529754.
216039055

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